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Blog

O HOMEM DO CHAPÉU PANAMÁ

14.02.2006 por Carito

Quando ele deixou seu chapéu cair eu disfarcei e discretamente tentei pegá-lo. O homem se afastou, o chapéu também. O chapéu andou. Foi o vento, pensei. E tentei pegá-lo novamente. O homem já ia longe. O chapéu voou novamente. Parecia andar. Não! Ele corria. E eu não sabia se o chapéu fugia de mim ou se corria atrás do homem. Ou as duas coisas. Comecei a correr. O chapéu corria e olhava para trás assustado. Olhava para mim e corria. O chapéu começou a gritar. O homem escutou, parou e colocou a mão na cabeça. Virou-se rapidamente e sorriu. Agachou-se e esperou o chapéu chegar até ele como se o chapéu fosse um cachorrinho. Seu cachorrinho. O homem colocou o chapéu na cabeça e me viu. E me chamou. E veio até mim. E disse:

- Por favor, experimente.

Foi só aí que percebi que era um chapéu panamá. Sempre quis ter um chapéu panamá. Mas se eu não tinha percebido que aquele era um chapéu panamá, porque quis roubá-lo? Até onde eu me lembre também nunca fui ladrão. Coloquei o chapéu panamá na cabeça e depois o devolvi. Agradeci e vi o homem se distanciando com seu chapéu panamá na cabeça. O homem olhou pra mim e sorriu, como se me esperasse. Resolvi comentar com uma senhora que passava:

- Bonito aquele senhor com o chapéu panamá, não?

A senhora se afastou e correu. E correu na direção do homem. E se juntou a ele. E depois outras pessoas do parque também se juntaram a ele. O chapéu voou e caiu no lago. E começou a boiar. Como um bote. E todos entraram nele. Sentaram na aba do chapéu. Então todos olharam para mim e gritaram:

- O senhor não vem?

Tinha umas 20 ou 30 pessoas no chapéu e eu resolvi me juntar a elas. O que eu estava fazendo ali no meio daquela gente? Tinha que haver uma explicação. O chapéu começou a navegar no lago em direção a uma cachoeira. Fiquei aflito, mas todos estavam muito felizes e pareciam esperar por aquele momento. O chapéu ia descer a cachoeira. Apareceu um homem na margem do lago e disse:

- Ainda é tempo de desistir. O senhor pode voltar para a margem. E ao dizer isso, me estendeu a mão e seu braço foi se esticando como se fosse de borracha até perto da cachoeira no momento em que o chapéu panamá ia descer suas águas.

Afastei-me daquela mão e resolvi descer a cachoeira. Nunca ri tanto em toda a minha vida. Enquanto descia a cachoeira ainda olhei para a borda do lago e não vi mais ninguém. Quando subi à superfície me perdi do grupo e nadei até a outra margem. Ao chegar encontrei uma senhora muito bonita que me perguntou, segurando o chapéu panamá:

- Esse chapéu panamá é do senhor?

E eu falei para ela:

- Por favor, experimente.

Carito

Ilustração de Flávio Freitas

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O GIRAMUNDO DE SOFIA

30.01.2006 por Carito

Sofia gira, gira, de um braço para o outro, do pai, para a mãe, vó, vó de novo, madrinha, padrinho, tios e primos e babá e o cachorro Trovão fiel guardião, o vento nas árvores, o rio lá embaixo, as nuvens lá em cima, o ventilador, o vestido colorido de Joane, a quietude da casa, a magia do estúdio, a mãozinha no teclado, já tocando, compondo e o pai já gravando:

- Eu nunca vi uma coisa dessas na minha vida. Com apenas 60 dias!!! Disse Eduardo, sobre como Sofia amou o teclado à primeira vista. Longas primeiras vistas. Sofia fica vendo tudo assim. Olhar fixo, ponto escolhido, observação precisa, necessária.

E todo mundo corujando na fazenda Mangueira. Mamãe Michelle nem se fala! Corujando mesmo, noite adentro, gira o choro, domingo em família, a fazenda Mangueira dorme outra vez. E Sofia… quase! Cenas do próximo capítulo.


Fotos by madrinha Joane e padrinho Carito

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Fazendo arte, literalmente falando, ou litOralmente pedalando!

28.01.2006 por Carito

Focault já dizia que muitas vezes o homem está preocupado em adquirir obras de arte ou mesmo ser artista, mas esquece de fazer uma obra de arte a sua própria vida. O amigo e artista plástico Flávio Freitas faz arte desde menino e agora também com seus meninos: Flávio e seus filhos Daniel e Edu, fizeram agora em janeiro o incrível trajeto de Natal a Canoa Quebrada pela beira da praia, e de bicicleta!!! Quando eles passaram pela região da Costa Branca eu e Joane tivemos a honra de participar dessa maravilhosa aventura dando um apoio “jipístico”. Fomos resgatá-los com o Land Rover numa área desértica próxima a praia de Diogo Lopes. Nessa área entre Galinhos e Porto do Mangue é quase impossível se locomover com continuidade pela praia devido aos rios e mangues. Depois nos encontramos de novo quando fomos buscá-los em Canoa Quebrada e voltamos juntos para Natal. Fiz um poema para esse intrépida trupe que registrou tudo em diários e desenhos. Viva esses artistas-ciclistas maravilhosos e suas bicicletas quase voadoras!!!

DE REPENTE SÃO AQUELAS CORRENTES PRA FRENTE

Edu se superou
Daniel deixou a alcova com os leões
Do lado de lá da África potiguar
Os blocos se separaram
Mas pai e filhos pedalam juntos
A bicicleta é uma filha cercada de irmãos por todos os lados
O sertanejo é antes de tudo um norte
Do RN ao Ceará
E assim a natureza mais uma vez aceita
A família Flávio Freitas!!!

Carito


Abaixo fotografias dos momentos dos nossos encontros.

Em Diogo Lopes:


Em Ponta do Mel:


E voltando de Canoa Quebrada para Natal:

Fotos de Joane e Carito

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Vento A Gosto Em Janeiro

26.01.2006 por Carito

Ponta Grossa – Ceará – Região de fronteira com o RN (foto de Carito)

No chá da tarde com vento a gosto
Varrendo janeiro por inteiro
Nada de novo sob o sol
O mesmo corpo de sempre
Banhado pelo sal daqui
O mesmo copo banhado pelo vinho da noite
O mesmo açoite
As mesmas rimas e velhas palavras conhecidas
Um pouco mais velho ali
E com muito mais sonhos aculá
Sou só essa mente que vai findando noite adentro
Parecendo nunca findar…

Sempre é tempo de novas manhãs.

Vejo que continuo não sabendo escrever poesias como os poetas que admiro
Mas não consigo parar de tentar.
Nem sei se realmente tento
Escrevo por necessidade fisiológica.

Whitman, me dê uma luz, uma estrada aberta!
Pessoa, Neruda, Borges… Rimbaud, me leve em seu barco ébrio!

Estou na África do lado de cá…

Hai caindo no mar…
Leminski! Vem me buscar!

Carito
Ponta do Mel, janeiro de 2006

No Land Rover cruzando o Deserto do Alagamar, próximo a Porto do Mangue (Foto de Joane)

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OS POETAS ELÉTRICOS escolhidos no site do SENHOR F

24.01.2006 por Carito

Ano novo, indicação nova: o site Senhor F, uma das maiores e melhores revistas eletrônicas de música rock e afins do país, selecionou os melhores discos do ano de 2005. A revista classificou a seleção em 03 grupos: CDs, EPs e Projetos Especiais. Nesse último grupo, para nossa surpresa e mais uma felicidade, estamos nós: nosso CD figurando ao lado de uma galera realmente muito especial. Veja abaixo os CDs selecionados pelo Senhor F no bloco das reedições e projetos especiais:

1.Harry – Taxidermy (boxing em CD)
2.João Erbetta – Guitar Bizarre Vol. 1
3.Rogério Duprat – A Orquestra Tropicalista do Duprat (em CD)
4.Pipodélica – EP -Volume Quatro – virtual, por Senhor F Virtual
5.Vários – Ainda Somos Inúteis (Tributo ao Ultraje a Rigor)
6.Vários – Vou Tirar Você Desse Lugar (Tributo a Odair José)
7.Faichecleres – Indecente, Imoral & Sem Vergonha (versão LP)
8.Nervoso – A Máquina Voadora (single on line; vs. de Ronnie Von)
9.Poetas Elétricos – Poemas Eletri-ficados e Outros que Foram Embora
10.Retrofoguetes – O Maravilhoso Natal dos Retrofoguetes

Vale ressaltar a inclusão de outra trupe potiguar: Os Bonnies também foram selecionados pelo Senhor F, em outra lista, no bloco dos EPs.

Confira tudo no site:
http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=1446

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26.12.2005 por Carito

“O DESEJO NÃO PERGUNTA. PERTURBA E QUER REALIZAÇÃO”. (Affonso Romano de Sant?anna)

Desde que inventamos de voltar à cena musical local, tudo nos parece grandioso e tudo parece a primeira vez de novo. Não sei se nos esforçamos para não ficarmos nervosos. Mas se não forçamos a existência dessa ansiedade, também não a espantamos. Fomos criados pela arte assim. Por uma arte assim. De entrega. Exagerada. Fomos criados pela nossa criação. Como se tudo fosse realmente muito importante. E é. Um show. Um disco. Uma home-page. Um blog. “Não dá mais pra segurar, exblog coração”. Nossas vidas inteiras em riscos. Riscos de pensamentos a dormir e acordar. Às vezes somente nós de palco e platéia. Platônico e atônito. Para nós só há sentido assim: em perder os sentidos! Só sabemos fazer assim. Talvez aí esperamos encontrar o “eternamente jovem”. A criação que é a própria criatura vampira que nos pira, inspira, transpira e nos faz morder – a isca do romantismo! Que nos faz sentir importantes, do tamanho do mundo, como a canção: “meu coração não se cansa de ter esperança, de um dia ter tudo que quer… Meu coração vagabundo quer guardar o mundo em mim”…
Às vezes nos telefonamos e fingimos ser apenas empresários, dono de pousada, dono de fazenda. Como se a refazenda não pousasse todo santo e profano dia. Ledo engano! Pois a arte é forte e não parte, é toda coração! Coração pulsando na vida normal, com contas a pagar e pensamentos mortais. Pensamentos salvos pela arte mais uma vez, num jogo de sobrevivência diária…
Não sabemos quando faremos um próximo recital-show, quando concluiremos o segundo cd… Enquanto isso, vamos sentindo nosso sangue na adega do tempo reinventado. Até explodir em nova safra!
FELIZ NATAL! FELIZ PONTA DO MEL! FELIZ FAZENDA MANGUEIRA! FELIZ 2006 PARA TODOS!!!

Fazenda Mangueira. Paisagem da janela do nosso farm-studio “O Ovo de Alien”: refazendo tudo!

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A POESIA ESTÁ NO AR!

13.12.2005 por Carito

De um texto da escritora Clotilde Tavares, publicado recentemente no Jornal Tribuna do Norte:

“Muito mais do que há dez anos, hoje em dia a poesia está no ar. São muitos e variados os eventos poéticos que acontecem na cidade, como saraus, grupos de leitura, lançamentos de livros e recitativos informais. E isso é bom, porque a com a alma alimentada e satisfeita de poesia o ser humano não tem tempo para pensar em ódio, violência, inveja, malvadeza, e outras mazelas às quais a nossa pobre Humanidade está sujeita”.

Clotilde Tavares na web:
www.clotildetavares.com.br
www.magia.digi.com.br
http://clotilde-tavares.blog.uol.com.br/

HOMEM LÁPIS – Quadro de Flávio Freitas
Visite o novo site de F. Freitas:
www.flaviofreitas.com/

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AGENDA 2006

12.12.2005 por Carito


Reunião dOs Poetas Elétricos nos “embalos de Sofia à noite”: Carito, Edu Gómez e Michelle Regis, em sábado de planos e aeroplanos sobrevoando nossas cabeças – agenda mínima-lista de máximos sonhos:

No primeiro semestre, até março, gravação do 2º cd solo de Edu: “PANGEA” (prêmio do Cosern Musical). Depois, gravação do segundo cd dOs Poetas: “ESTIRADO NO ESTIRÂNCIO”. E no segundo semestre, gravação do 1º cd solo de Michelle: “PELEGRAFIA”. E também muita vontade de tocar: shows-almas-e-mais-almas…

Estamos chamando esse núcleo de criação de “O OVO DE ALIEN” – nome do nosso “farm-studio” na Fazenda Mangueira.

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EDU GOMEZ, SIMONA TALMA, JOHN LENNON E O PÔR DO SOL

09.12.2005 por Carito

Saiu o resultado do Cosern Musical e os ganhadores foram Edu Gomez e Simona Talma. Parabéns ao meu parceiro e a Simona!!! Vocês merecem!!!

Sei que vai parecer clichê, mas sinto que todos os que participaram do Cosern Musical também são ganhadores – só em estar num projeto como esse. Que venha o próximo Cosern Musical 2006, que venha o 2007, 2008, 2009…

E que venham outros projetos como o Cosern Musical, que valoriza o trabalho autoral e cria condições para a sua veiculação da melhor forma possível.

E que esse diálogo de linguagens, esta preocupação em fazer apresentações com qualidade e profissionalismo, possa cada vez mais estar presente naturalmente na nossa arte potiguar… a se expandir…

É um momento de celebração e continuidade. Animai-vos uns aos outros no reino dos escarcéus!

O SONHO NÃO ACABOU:

Há 25 anos atrás John Lennon foi assassinado. Ainda lembro quando eu soube a notícia na época. Eu fazia o pré-vestibular e a notícia me chocou profundamente. Lennon tinha lançado seu último álbum nesse ano de 1980, depois de muito tempo sem lançar disco: “Double Fantasy” era muito bom. Era ótimo! E era ótimo um ídolo veterano lançar um ótimo disco. Eu, meu irmão Mário Ivo e meus amigos rockeiros do Colégio Salesiano estávamos curtindo muito esse discaço!!! Era um ano de muito estudo, de mudanças, de tensão, pressão. E a trilha sonora de John Lennon nos dava muita força! Eu tinha 16 anos, completando 17. Eu e meu irmão Mário Ivo fizemos uma colagem no nosso quarto de som. O quarto tinha piso azul, era muito azul, e por isso o chamávamos de quarto azul. Lembro que colamos vários recortes da notícia da morte de Lennon no quarto azul… sua história, etc. LENNON E SEU TEMPO! Era uma das frases de capa de revista… Talvez da revista Veja…

Ainda hoje e para sempre ecoa Lennon e suas mensagens de paz, sua música de atitude, o sonho que não acabou. O mundo continua precisando de mais e mais Lennons, de quartos azuis, e de nenhum Mark Chapman.

“GIVE PEACE A CHANCE”.

Essa paz que muitas vezes está em mais um clichê: nas pequenas coisas! No lugar comum. Numa fotografia básica de um maravilhoso pôr do sol básico! Na adolescência, no veraneio na praia de Pirangi, eu tinha esse costume: de sair cedinho para fotografar o nascer do sol ou ir à tardinha registrar o pôr do sol. Minha mãe gostava – e ainda gosta – de fotos do pôr do sol com galhos na contra luz, paisagem de silhuetas para reflexão, como se estivéssemos batendo um raio X da alma. Aprendi a gostar também dessas fotos tipo cartões religiosos com mensagens de paz, das Edições Paulinas. Aprendi a gostar muito desse lugar comum que hoje está ficando meio incomum. E ainda continuo batendo fotos do pôr do sol. Essa eu bati ainda esse ano, em Ponta do Mel. Em um dia comum. Lembro que certa vez escrevi para o meu querido diário: hoje é um dia especial porque é um dia comum!

Hoje é um dia especial porque lembrei da premiação do Cosern Musical para Edu Gomez e Simona Talma. Hoje é um dia especial porque lembrei da morte de John Lennon.

Mas hoje é um dia especial porque também é um dia comum. O sol nasceu e depois morreu. Seu Zé Germano, agricultor amigo de Ponta do Mel, em sua sabedoria popular, diz que se todo dia a pessoa acordar cedo para ver o sol nascer e depois à tardinha for ver o sol se pôr, isso fará muito bem para a vida dela!

Carito

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POESIA PARA SOFIA

29.11.2005 por Carito


E eis aqui a poesia que fiz para Sofia, quando ela ainda estava na barriga da mamãe Michelle. Minha cumadre me encomendou esse poema para servir de cartão para a minha afilhada, que na época já fazia o maior show “nas internas”…

AGORA ESCUTO MINHA MÃE ÀS GARGALHADAS
TELEFONANDO PARA O MEU PADRINHO
ELE FAZ UMAS POESIAS ENGRAÇADAS
ACHO QUE É MEIO DOIDINHO
MINHA MÃE CANTAVA ROCK
ACHO QUE AGORA FAZ CHORINHO
CHORINHO DE ALEGRIA AO ENCOMENDAR ESSE CARTÃO
QUANDO VOU LÁ NA FAZENDA FICA UMA GRANDE CONFUSÃO
ESCUTO GENTE DE SOTAQUE DIFERENTE
E ATÉ JÁ SEI COMO FALAR QUANDO ALGUÉM ME PERGUNTAR
- Você é o que de Eduardo e Michelle?
RESPONDEREI COM ALEGRIA:
- Sou fia.
MEU NOME É SOFIA E JÁ FAÇO A MAIOR FARRA
SOU CORUJISSE DO MEU PAI QUE TOCA A SUA GUITARRA
FELIZ COM MEU NARIZ NA RADIOGRAFIA
OS MEUS PAIS AGORA CURTEM O MAIOR ULTRASOM
ACHO ENGRAÇADO ELES JÁ SENTIREM EM MIM TANTO DOM
ME VENDO NO PALCO COMO SE FOSSEM PLATÉIA
TUDO ENFIM PREPARADO PARA MINHA ESTRÉIA
SEI QUE NO MUNDO LÁ FORA TEM MUITA COISA PARA FAZER
E TAMBÉM SEI QUE SOU PRA LÁ DE INQUIETA
POR ISSO TENHO QUE ENCONTRAR UM JEITO DE LHES DIZER
QUE POR ENQUANTO SÓ VOU QUERER BRINCAR DE BONECA…

Do tio e padrinho Carito

Edu Gomez já afirmou: “minha filha tem dedos de pianista”.

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