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Blog

30.06.2006 por Carito

VidAlternativa
Para Lygia & João – mais do que anfitriões em Sampa

Fui ao médico em São Paulo e fiquei fascinado e curioso com essa nova revolução da medicina chamada ortomolecular. “orto” quer dizer “certo”. É um acerto das moléculas, um acerto no nosso organismo. Fiquei pensando se não seria também “horto-molecular”, com “h”. Um horto florestado de moléculas. Saí pensando nesse trocadilho, e com efeito: nosso organismo é uma horta viva. E precisamos deixar essa horta ativa! Porque além das estufas das hortas está o efeito estufa e… ufa! Cansei de aliteração, mas nunca de emoção! O alimento gastronômico com certeza também é medicinal. Mas o alimento para a alma é fundamental. Então minha semana antropofágica paulista incluiu restaurantes, bistrôs, mas também museus e shows. Pois como diria a já velha – mas sempre atual – canção titânica: “a gente não quer só comida / a gente quer comida, diversão e arte / a gente não quer só comida / a gente quer saída para qualquer parte”. A saída nem sempre está (ou não está apenas) no aeroporto. Mas é uma opção, quando a gente está assim meio torto. “Mude o lugar ou mude de lugar”. E por falar em opção, lembrei de um poema curto que curto:

OPÇÃO

Você vai na ida
Eu vou na vodka!

Carito
O show de Ney Matogrosso “Canto em Qualquer Canto” no Tom Brasil foi uma viagem dentro da viagem. Entre raridades interpretadas como “Retrato Marrom” (cult de Fagner dos anos 70), destaco também um certo momento intimista da apresentação, quando Ney passou a bola sonora aos quatro excelentes e reconhecidos violonistas que o acompanhavam, os quais deram um show instrumental à parte – para deixar boquiaberto qualquer fã de rock progressivo. Uma verdadeira viagem! Viva a liberdade de expressão!

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30.06.2006 por Carito

“A LÍNGUA É O QUE NOS UNE”

O Museu da Língua Portuguesa em São Paulo é um testemunho vivo – e oficial – que a língua anda solta, e há muito tempo! E o mais legal é ver a população visitando algo que talvez alguns achassem pertencer a uns poucos metidos. Mas são todos metidos: todos metidos dentro de um museu dinâmico, ativo, interativo!!!

Visite o museu. E se não estiver em Sampa, onde eu tive a oportunidade de passar minha semana de arte moderna esse mês, visite o site http://www.estacaodaluz.org.br/wps/portal e confira: “Conheça o Museu da Língua Portuguesa, seu ponto de encontro com a língua, a literatura e a história. Ao invés de paredes, vozes. No lugar de obras, espaços interativos. No coração de São Paulo, na Estação da Luz, o Museu proporciona uma viagem sensorial e subjetiva pela língua portuguesa, guiada por palavras, autores e estrelas do Brasil”.

Sei que “a dura poesia concreta de suas esquinas” faz de Sampa algo mais profundo – e às vezes pro fundo – que o cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João. É que alguma coisa acontece no meu coração, depois que me encontrei com a voz de Arnaldo Antunes no elevador entre galáxias de outros Campos…

Linguagem, mensagem, viagem! Raiz que diz: meu dialeto predileto é inventar! Poesia sempre há de pintar por aí…

Um beijo pra todos. E de língua!

Carito
O Museu da Língua Portuguesa na web: http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/museu/index.html

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21.06.2006 por Carito


Um lugar ao DoSol

Os Poetas Elétricos estarão no Festival DoSol, que ocorre em Natal, em agosto, com bandas de todo o Brasil. O Foco de Foca (Anderson Foca, o grande organizador) é a cena independente, onde se gera também uma maior visibilidade da cena potiguar para o resto do país. Vamos nos apresentar no primeiro dia, primeira banda, às 21 horas. Para sair um pouco do virtual, mas não necessariamente para entrar no mundo real. Nosso recital de poesia and roll trará um resumo experimental e minimalista do que apresentamos no recital-show da Casa da Ribeira, no Cosern Musical. Com poemúsicas do primeiro CD e também do segundo em fase de gravação. Esse primeiro dia do festival está bem diverso. E diverso e prosa vamos lá acrescentar nossa viagem poético-sonora. Tem um bocado de gente bacana dando seu recado: Simona Talma, Mad Dogs, Experiência Apyus, DuSouto, Seu Zé, Mundo Livre, Ludov… e por aí vai… e vamos! Segundo Foca, “quem quiser acompanhar os acontecimentos que antecedem o evento, pode acessar o site oficial que já está no ar: http://www.dosol.com.br/festivaldosol com informações da edição 2006 e retrospectiva de 2005″.

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18.06.2006 por Carito

Luto impoluto

De repente entrei no quarto e dei de cara com um cara alegre triste: na TV Cláudio Manuel conta que Bussunda foi pro céu! A notícia insiste. E me afunda. Aí começo a chorar como se Bussunda fosse um velho conhecido, amigo do peito. Que jeito? Sou Brasileiro, sensível, e com o humor à flor da pele. Que como dizia meu amigo Délio “repele aquilo que não seja amor”. E nesse pranto de amor e dor, dia amargo, lembro do seu sorriso largo me saltando pela TV todas as terças, assaltando todas as traças. Agora tirando o trocadilho dos trilhos por um momento de lamento, já sinto que o trem vem apitar o jogo do humor de novo: o ovo já foi chocado, e vamos tirar nossas casquinhas. Nesse legado, viva nossos pintos, todas as galinhas, e a irreverência estética: “sem o humor é impossível entender a dialética”. Enquanto isso, do outro lado, o céu tá mais animado e os caras lá que se cuidem!

Carito

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17.06.2006 por Carito

Um sujeito em crase por um longo período

Aquele sujeito adorava crases feitas. E desde que aprendeu a colocar crase em tudo, entrou em crase, quero dizer, em crise. O problema é que passou a colocar crase sem necessidade, e muitas vezes em vez do acento agudo, o acento virava para o outro lado e quando a palavra ia sentar caía. Para relaxar da crase, quero dizer, da crise, ou melhor: da crise da crase, ele resolveu fazer um cruzeiro de navio. O transatlântico estava com todos os assentos em seus devidos lugares. Ou melhor: seu único acento em seu devido lugar: a acento circunflexo, aquele chapéu para proteger o navio (e o sujeito) do sol. Um chapéu de sol! Era um cruzeiro solitário de um sujeito em crase, quero dizer: em crise. Mas o navio bateu em um substantivo nada abstrato: um iceberg que deixou o navio à deriva, com crase e tudo. E foi justamente essa crase que finalmente salvou o sujeito da crise. Quando todas as palavras afundaram, essa crase ficou boiando e o sujeito se agarrou a ela. Foi sentando nesse acento inverso que ele deixou de ser submerso com o navio. Por um fio. E por um frio. Pois a crase foi também seu cobertor. E quando ele voltou à terra firme, ficou mais firme em sua posição em relação à crase:

- É isso mesmo. Sou crazy! Sou crase! Sempre fui de esquerda, meio torto, até meu pinto fica assim na cueca, para esquerda…

Assumiu de vez sua crase de identidade, e saiu na noite, querendo colocar aquele assento estranho em tudo, atrás de outros sujeitos-objetos, diretos ou indiretos. Ficou mal falado mas nem ligou… Virou um sujeito kamicrase!

Carito

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13.06.2006 por Carito

A taça do mundo é nossa?

Às vezes penso o mundo todo como um pouco de vinho. O mundo imenso imerso numa pequena taça de vinho. A água de vinho, o fogo do vinho, o ar de vinho… o advinho! Sim! Olhando o vinho mágico como se a taça fosse uma bola de cristal. – Estou vendo! Aproveito para perguntar para a taça de cristal: – Terei uma longa vida? E a taça de cristal responde: – Você terá uma longa digestão!

Sei que vinho é ótimo para digestão. Acho que a taça de cristal está me dizendo isso porque eu desejei que aquele delicioso jantar harmonizado lá no Magazzino durasse toda a minha vida…

- E a taça do mundo? É nossa de novo? A taça de cristal me diz: – É melhor você perguntar aos canecos de cerveja. Não me meto onde não sou tomada.

Lanço meu olhar para o oceano da taça e digo para ela: – deixe de manha, no além mar, na Alemanha!

Bem, de qualquer forma, sinto a vida inteira nesses minutos em que sorvo essa taça de vinho tinto. Sinto o mundo nos meus lábios, viajando pelos infinitos lugares da mente que sente, a quem interessar possa: a taça do mundo é nossa! Uma garrafa de Miolo Seleção para os meus miolos. Isso sem falar nos reservas: Santa Helena Reserva, abençoe o vinho, às vezes derramado…

Agora no que diz respeito a outra seleção, a Seleção Brasileira de Futebol, se ela não fizer o seu papel, vai fazer o maior papelão e esse papelão vai dizer: a TRAÇA do mundo é nossa!

Carito

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12.06.2006 por Carito

NAQUELA CORRENTE PRA FRENTE
DO MAR,
AMAR…

Nosso amor de bike sempre deu pedal
A pé não costuma faiar
De carro sempre foi o maior sarro
Desde quando eu não pedi só tua mão em namoro
E você me deu por inteira
Essa vida que hoje
Nos leva escrevendo
Na mesma geografia
Dando a volta ao mundo em 80 revistas
Numa tarde a perder de vista
Nosso amor é cedo no show do Placebo dentro do quarto
Nosso amor é farto
É filme que nos prende
É solto em livro de Mia Couto
É o nosso canto
Especial em comum
É um canto rico
É o canto no bico
Do anum.

De Carito para Joane

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07.06.2006 por Carito

Minha copa do mundo
Para os meus irmãos – de família e de rua, jogadores de uma bola chamada jambo


Minha copa do mundo era a copa das árvores, no mundo da minha rua. Mais especificamente a copa do jambeiro da casa de Dona Geralda. Era sempre uma grande partida subir na árvore, feito atacante, ligeiro. Às vezes era outra partida, perna partida, braço partido. Melhor era ficar mais de zagueiro, na defesa, lá em baixo, de olho no cacho, e na janela, para avisar ao amigo lá em cima, caso ela, nossa vizinha, aparecesse na sacada do primeiro andar por entre a copa do jambeiro. Às vezes eu era um goleiro que recebia a bola chutada pelo próprio time, de cima pra baixo. – Segura aí! – Pssss! Silêncio! E gol era não deixar o jambo cair no chão. A comemoração (silenciosa) era depois comer escondidos esses jambos maduros, vermelhos, vinhos, macios, a somar no placar do gol-ela abaixo…

Para não dizer que não falei da outra copa, tinha um pôster bonito lá em casa, no nosso quarto lá em cima, no primeiro andar de frente para o jambeiro de Dona Geralda. A copa da casa. A copa de concreto moderno de frente para a copa do jambeiro que parecia eterno. Esse pôster tinha Pelé, Tostão e Jairzinho comemorando aqueles jambos da copa de setenta. Depois daí, Zico e seus amigos tiraram ainda bons jambos daqueles pés de chuteira dos anos 80. Hoje em dia sei que as parreiras dos Ronaldos quebram o maior galho. Eu quero ver é eles ganharam as copas das árvores!!!

Carito

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06.06.2006 por Carito

Six ou não six

Em 1987 fui a um encontro de arquitetura em Campinas e tive a oportunidade de assistir a um show da Banda Luni, que tinha a então desconhecida (pelo menos em nível de fama nacional) Marisa Orth como vocalista. Fiquei impressionado com o show do Luni que dividiu o palco com outro show: Os Mulheres Negras, de André Abujamra em dupla com Maurício Pereira. Pois bem, lembro de um trocadilho em inglês que o Luni fazia numa determinada música. Marisa cantava: “I am the best, i am the beast! Six, six, six!” E ela muito sexy, sexy, sexy!!! Então nesse dia de hoje, seis do seis de dois mil e seis, andam circulando pela net artigos especulando a possibilidade do mundo acabar, reflexo do significado cabalístico dos três dígitos 666 por causa do apocalipse now e coisa e tal…

Não sei porque, mas sinto que o espírito lúdico adolescente está muito mais para se divertir com o monstro do Iron Maiden do que fazer parte de uma seita maldita: “six,six,six, the number of the beast”. Em certas fases da vida a seita é meio “aceita-se tudo”! Na faculdade havia um colega que dizia que rodando um LP do Black Sabbath ao contrário se escutava mensagens do demo. Em um documentário sobre essa antológica banda, Ozzy Osbourne e seus antigos parceiros contam que eles assistiram a um filme de terror numa periferia inglesa, onde moravam quando eram adolescentes, e com o cinema cheio, refletiram que as pessoas pagavam para sentir medo, e assim criaram o Black Sabbath, numa grande e assustadora curtição. Mas não tema, não trema: também já li noutro norte sobre o tema, que 666 é um numero da sorte. A parte séria dessa prosa de hoje, como um bom capricorniano supersticioso, deixo para os entendidos no assunto, estudiosos, pensadores, etc. Vou dar uma passadinha lá no blog filosófico do meu amigo Pablo Capistrano, enquanto espero chegar amanhã: sete, que é conta de mentiroso, ou falando mais romanticamente como as histórias de pescador, que é um número mais adequado aos pescadores de ilusões até que nem tanto esotéricos assim, ou assado, ao ponto, final, só pra fugir do ponto principal, atrás das essências das reticências…

Carito

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06.06.2006 por Carito

A Guerra dos Mundos
Entre a ficção científica e a fricção centrífuga.

Texto dedicado a Paulo e Pepeu, velhos amigos do Planeta Sonho (em homenagem ao nosso acampamento em Porto Mirim, no início dos anos 80, ao som de uma velha fita alucinada no fusca branco sob a praia cinza).

A Guerra dos Mundos é o título de um LP (The War of the Worlds). Na verdade é uma espécie de disco voador, lançado em 1978, pilotado por Jeff Wayne, baseado em um livro que virou clássico, e que também virou programa de radio e assustou de verdade a população de Nova York, que pensou que estava mesmo sendo invadida por seres extra-terrestres, em uma simulação transmitida em um programa de radio capitaneado na época por Orson Welles. Ou seja: tudo isso bem antes do recente filme de Spielberg.

Esse disco voador pousou na minha rua no início dos anos 80 através da base espacial do nosso amigo Délio Miranda. Saudoso poeta, que morava no mesmo lado da rua: o lado da lua. Ali trocávamos informações discográficas preciosas em uma adolescência que parecia eterna.

No início desse ano de 2006, em comemoração ao meu 42º aniversário, ganhei de presente do meu irmão Mário Ivo a versão dessa espécie de ópera-rock em cd. Espécie de disco-voador, espécie de ópera-rock. Ou seja: uma espécie em extinção! Já recomendei ao meu parceiro Edu Gómez escutar esse disco como referência e reverência para alçar vôos maiores. Sinto esse disco como uma transição do planeta do rock progressivo para um outro planeta estranhamente pop: através de uma história contada e cantada, pontuada por riffs grudentos e melodias densamente belas, suspensas em suspenses, nos levando a uma outra dimensão teatral. Tudo muito bem auxiliado por ilustrações alucinantes que acompanham o álbum.

Quando o Mano Ivo me deu esse presente ele me disse no cartão: pegue sua musa e vá com seu jipe para o Ceará, escutando o disco na viagem. Ele sabe que ir ao estado vizinho do Ceará é realmente entrar em outro estado: de espírito! É como se fossemos para um outro planeta. E ir a outro planeta escutando esse disco é quase um pleonasmo vicioso. Então, com medo do vício e de me perder na viagem, adiei a decolagem.

Quando o Mano Ivo me deu esse presente me devolveu também uma parte de nosso passado. E com essa volta no tempo voltou também um medo de não mais encontrar aquele espaço, o perigo de não mais encontrar aquele abrigo. Mas quando vim para o oeste, sabia que aqui era a terra onde o sol se põe, o lugar do amanhã. Então quem já vive no futuro não precisa ter medo do passado. Só saudade. Assim peguei meu jipe e saí por aí com minha musa na trilha sonora desse disco voador…

Na verdade, uma outra guerra dos mundos já começou há muito tempo, nos mundinhos das rádios e tvs. Para quem se sente bombardeado por essa guerra de sons de gosto duvidoso, de mau gosto, enfim, de gosto que se discute, escute esse disco voador que é um abrigo em forma de música: item “abrigatório” para quem busca outro caminho, e muitas vezes se sente um estranho no ninho, fora do compasso, perdido no espaço…

Carito

O Planeta Ceará

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